A base de trabalhadores do Senge-ES e empregados das empresas de Engenharia e Arquitetura Consultiva aprovou a renovação da Convenção Coletiva (CCT) 2018/2019 com o sindicato patronal Sinaenco. A CCT foi protocolizada no Ministério do Trabalho no dia 21/2/2019 –  nº do processo: 46207.001242/2019-13, registro nº: ES000085/2019.

CLIQUE AQUI e acesse CCT na íntegra.

Senge-ES: Convenção Sinaenco 2018/2019 registrada no Ministério do Trabalho e Emprego

 

Fonte: Senge-ES

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Mais rapidamente do que qualquer um esperava, os carros elétricos estão se tornando tão econômicos e práticos quanto os carros com motores convencionais. A frota mundial de veículos eletrificados cresceu 55% de 2017 para 2018. Participe da palestra “A vez do carro elétrico no ES” e saiba das oportunidades desse mercado em ascensão.

O evento é gratuito e será realizado no dia 5 de dezembro, de 18h30 às 21h30h, no auditório do Crea-ES (Vitória/Enseada do Suá). Trata-se de uma realização do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES), da Caixa de Assistência dos Profissionais (Mútua-ES), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES) e da Associação Capixaba de Engenheiros Eletricistas (ACEE).

A Engenheira Eletricista Aline Gonçalves será a expositora do evento, a especialista trabalha justamente neste mercado.

O evento é gratuito e será realizado no dia 5 de dezembro. CLIQUE AQUI para se inscrever.

Mercado em ascensão

A Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) prevê que a transição do motor de modelos movidos a combustão para carros eletrificados seja feita dentro de 20 a 30 anos. Segundo a ABVE, nos cinco primeiros meses de 2018, foram emplacadas 1.562 unidades dos chamados carros “verdes”, que produzem menos ou nenhum gás poluente da atmosfera. O volume representa apenas 0,16% do total de veículos comercializados no país. No mesmo período a Noruega – país que lidera a troca da frota a combustão – chegou a 39% no ano passado. Em 2017, foram emplacados 1,1 milhão de carros deste tipo no mundo inteiro, sendo mais da metade na China (580 mil), que representaram 2,2% do mercado.

CLIQUE AQUI e saiba mais.

Senge-ES promove palestra “A vez do carro elétrico no ES”

Fonte: Senge-ES

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Sexta, 05 Outubro 2018 15:30

Energia solar: mercado em ascensão no ES

Energia solar: mercado em ascensão no ES

Em 2013 havia apenas duas unidades de microgeração no Espírito Santo. Nos últimos cinco anos as instalações de energia solar cresceram 25.700% no Estado. Atualmente, em um universo de 1,7 milhões de produtores de energia, o Estado possui 771 imóveis residenciais, comerciais e industriais que geram energia solar por meio do sistema integrado à rede da EDP, a chamada microgeração distribuída – juntos esse imóveis geram 3.793 KW por mês.

A necessidade de uma política estadual para incentivar a microgeração de energia solar fotovoltaica deu um importante passo neste ano. Desde março o Estado aderiu ao convênio 16/2015, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que permite isenção do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) para os produtores de energia fotovoltaica. Em suma, agora os capixabas não pagam impostos sobre uma energia que produzem em suas próprias casas, o que aumenta ainda mais as vantagens de aderir a microgeração de energia.

Mais de 70% dos brasileiros quer instalar painéis solares

Pesquisa do Datafolha divulgada em maio de 2015 corrobora a ascensão da energia fotovoltaica. Segundo o levantamento, 62% dos entrevistados estão dispostos a instalar um sistema de microgeração de energia solar em casa – equipamentos conhecidos por 74% da amostra.  Diante da hipótese de ter acesso a uma linha de crédito com juros baixos e a possibilidade de vender o excesso de energia para a rede elétrica, o percentual de interessados sobe para 71%.

Os aumentos das tarifas de energia devem impulsionar ainda mais a procura dos brasileiros por alternativas como a instalação de painéis fotovoltaicos em suas residências. Não por acaso a redução nas despesas com eletricidade foi o principal benefício enumerado por 82% entrevistados pelo Datafolha. A redução dos impactos de secas prolongadas (77%), a segurança e confiabilidade dessa fonte (70%) e o fato de que se trata de uma alternativa às hidrelétricas (69%) foram as outras razões mais citadas. O Datafolha ouviu 2.100 pessoas em todas as regiões do país. A pesquisa foi encomendada pelo Observatório do Clima e pelo Greenpeace Brasil.

Brasil com mais de 18 mil sistemas solares fotovoltaicos

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o Brasil possui atualmente 18.214 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a 20.518 unidades consumidoras, somando mais de R$ 1,33 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do País.

Hoje a energia solar representa menos de 0,5% da matriz energética do País. A Alemanha tem 8%, mesmo com território e índice de insolação bem menores do que os do Brasil. Existe necessidade de vencer gargalos para avançar na produção de energia renovável no Brasil. Segundo o planejamento para a próxima década, a potência instalada de eletricidade a partir do sol deve representar quase 4% da potência total brasileira de 2024.

Fonte: Senge-ES / Escrito por Flávio Borgneth

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Confira o resultado e a lista completa dos eleitos para Diretoria, Conselho Fiscal e Representantes Sindicais na Fisenge para o triênio 2018-2020


As eleições gerais do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES) foram realizadas no dia 30 de agosto. Na ocasião foram eleitos(as) os(as) integrantes (titulares e suplentes) da Diretoria, do Conselho Fiscal e os(as) Representantes Sindicais junto à Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) para a gestão 2018-2020. A Chapa 1: RESILIÊNCIA foi eleita com 92,43% dos votos válidos para Diretoria e para os Representantes na Fisenge. Já a Chapa 1: ESTRUTURAL foi escolhida por 88,65% dos votos válidos para assumir o Conselho Fiscal. A apuração foi realizada no dia 30 de agosto, quando a Ata da Sessão Eleitoral da Apuração de Votos foi lavrada e assinada pelo presidente e escrutinadores da mesa apuradora de votos, pelos fiscais da mesa apuradora de votos e pela comissão eleitoral.

Momento de unidade
A Eleição Geral de 2017 permitiu inscrição de chapas para Diretoria, Conselho Fiscal e Representantes Sindicais junto a Fisenge, todos com mandato entre 2018-2020. Apenas uma chapa foi inscrita para concorrer em cada uma dessas modalidades. O resultado do pleito corrobora o momento de unidade vivido no Senge-ES. As chapas eleitas contém Diretores da administração 2015-2017 com a adesão de novos membros. O objetivo é dar continuidade ao trabalho, bem como intensificar as ações na defesa de seus profissionais.

LISTA DOS ELEITOS
CHAPA – RESILIÊNCIA
DIRETORIAS EFETIVOS SUPLENTES


Presidente ARY MEDINA SOBRINHO
Vice- Presidente MARCONI PEREIRA FARDIM -
Administrativa e Organização ELIANE MATIELO OLIVEIRA MAURÍCIO LUIZ GORZA
Finanças JOSÉ MANOEL MIRANDA DE OLIVEIRA LUIZ ANTONIO COLA DOS SANTOS
Comunicação LUIS FERNANDO FIOROTTI MATHIAS FILIPPO DE CARVALHO GAVA
Jurídica VICENTE LOPES JUNIOR ADELSON VIVALDI
Formação ROGÉRIO DO NASCIMENTO RAMOS CARLOS DE LAET SIMÕES OLIVEIRA
Negociação Coletiva HENRIQUE GERMANO ZIMMER PAULO BUBACH

REPRESENTANTES
SINDICAIS NA FEDERAÇÃO EFETIVOS SUPLENTES
SILVIO ROBERTO RAMOS VICTOR LODI
MANOEL HENRIQUE VIANNA LOUREIRO HEBER COSTA BEBER


CHAPA – ESTRUTURAL
CONSELHO FISCAL EFETIVOS SUPLENTES
ROMULO STORCH VASCONCELOS RENATO COSTA
ADELAR CASTIGLIONI CAZAROTO MILCON GOMES JUNIOR
MARCOS ADRIANY MARTINS

Senge-ES: nova diretoria eleita com 92% dos votos

 

Fonte: Flavio Borgneth/Senge-ES

 

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O Sindicato dos Engenheiros do Espírito Santo (Senge-ES) terá um total 15 delegados no Congresso Nacional de Engenheiros, incluindo duas cadeiras para estudantes de engenharia. A eleição dos nomes foi feita durante o Congresso Estadual. A escolha da chapa Unicidade Soberana foi por unanimidade.

Confira abaixo a lista dos delegados eleitos:

 TÍTULARES

Rogerio Ramos,

Paulo Roberto de Souza,

Henrique G. Zimmer,

Luiz Fernando Fiorotti,

Marconi Pereira Fardin,

Giuliano Silva Battisti,

Ludmila Santos Viana,

Elaine Matielo,

Adriana Dispirito Rocha,

Ana Cristina Acha Estrada

 SUPLENTES

José Manoel Miranda,

Milto Gomes Junior,

Elber Beber,

Manoel Mendes

Carlos Delaerte

Elieser Cristino

Wania Nacif

ESTUDANTES

Mayane Loureiro – estudante engenharia civil Faacz Aracruz.

Rafael Gonçalves da Penha – estudante de engenharia elétrica – Faculdade Novo Milênio.

 DELEGADOS NATOS

Ary Medina, presidente do Senge-ES.

Rogerio Nascimento Ramos, Secretário Geral do Senge-ES.

Paulo Bubach, ex-presidente da Fisenge.

Abelar.

Simone Baía, Diretora da Mulher da Fisenge.

Lucia Vilarinho Ramos, representante do Senge-ES no Coletivo de Mulheres da Fisenge.

 Senge-ES elege delegados para o 11º Consenge

Congresso Nacional em setembro

Realizado a cada três anos pela Federação interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), o 11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge) é o principal fórum de debate da entidade sobre temas sociais de interesse nacional junto aos profissionais de engenharia. O evento se utiliza dos temas já discutidos nos Congressos Estaduais de todo país. “Resistir! Em defesa da engenharia e da soberania nacional”, é o tema central do evento deste ano, cuja edição nacional será em Curitiba, entre os dias 6 e 9 de setembro de 2017.

Senge-ES elege delegados para o 11º Consenge

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Segunda, 23 Janeiro 2017 16:41

Senge-ES lança nova edição de jornal

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES) já está distribuindo a nova edição do jornal “O Engenheiro. Em pauta, o lançamento do Coletivo de Mulheres do Senge-ES, bem como ações realizadas para dar suporte aos jovens engenheiros e engenheiras.

Leia AQUI

Senge-ES lança nova edição de jornal

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A Câmara Especializada de Engenharia de Segurança do Trabalho (CEEST) realiza no próximo dia 11 de novembro palestra sobre a História da Engenharia de Segurança do Trabalho e a Importância da manutenção de Câmara Especializada na área. O evento será realizado no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-ES), às 19h.  O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo acredita que a proteção à saúde e à segurança do trabalhador tem papel prioritário na agenda das relações do trabalho e apoia o evento. O Secretário-Geral do Senge-ES e coordenador da CEEST, engenheiro eletricista e engenheiro de segurança do trabalho, Rogério do Nascimento Ramos, fala sobre da importância da Câmara Especializada, instalada em 2008 no Espírito Santo.
"A Câmara Especializada tem entre outras atribuições elaborar as normas de fiscalização do exercício profissional e julgar as infrações do Código de Ética de acordo com o Art.46, da Lei 5.194/66. Estas ações são de suma importância para a proteção da sociedade e. sobretudo. dos trabalhadores na prevenção aos riscos ocupacionais”, explica Rogério.


A palestra é gratuita e será proferida pelo engenheiro de Segurança do Trabalho, Nelson Agostinho Burille, vice-presidente da Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho – ANEST, organização que já presidiu. O especialista é palestrante internacional e também já foi Coordenador Nacional das Câmaras Especializadas de Engenharia de Segurança do Trabalho do Sistema CONFEA.


Confirme sua inscrição
A palestra é gratuita, mas tem limite de vagas. Ligue para o Sindicato dos Engenheiros para confirmar sua inscrição nos números: 3324.1909 / 99900.6961.
Brasil: altos índices de acidentes  A Engenharia de Segurança do Trabalho é um conjunto de ciências e tecnologias que tem o objetivo de promover a proteção do trabalhador no seu local de trabalho, visando a eliminação de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. É verdade que o Brasil vem diminuindo a incidência mesmo que lentamente. Para se ter uma ideia, o número de óbitos como consequência desses acidentes caiu de 3.793 mil para 2.797 mil em 15 anos, entre 1998 e 2013, conforme apontam os últimos dados da previdência. Porém, de acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o país registra mais de 700 mil acidentes de trabalho por ano, o que coloca o Brasil em quarto lugar no mundo nesse aspecto, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), atrás apenas de China, Índia e Indonésia. O setor de construção civil ainda é um dos maiores responsáveis pelo grande número de acidentes de trabalho no país. As obras olímpicas no Rio de Janeiro, por exemplo, já deixaram 11 mortos. Nos Jogos de Londres, em 2012, não houve nenhuma morte.

Senge-ES: Palestra traz histórico da segurança laboral e debate ações na área

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Senge-ES convida para lançamento de Coletivo de Mulheres Engenheiras

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES) institui seu Coletivo de Mulheres no próximo dia 19 de outubro. O lançamento representa um salto na política de gênero para as engenheiras no Estado. O evento será realizado no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-ES), às 19h.

A efetivação do Coletivo de Mulheres no Senge-ES objetiva ampliar a participação das profissionais nas atividades sindicais, bem como nas mesas de negociação. O intuito é pautar cada vez mais questões de gênero nos Acordos Coletivos celebrados e, sobretudo, contribuir e atuar junto das lutas das mulheres trabalhadoras.

“Já estava na hora do Senge-ES instituir um Coletivo que impulsione as discussões de gênero e motivar a participação das mulheres na realidade do trabalho, nas ações e decisões sindicais e nas instancias de poder”, avalia Lúcia Helena Vilarinho Ramos, representante do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo no Coletivo de Mulheres da Fisenge.

A iniciativa complementa ações pela igualdade de gênero já iniciadas. Além de organizar eventos para discutir o assédio moral, no ano passado o Senge-ES aderiu ao movimento da Organização das Nações Unidas (ONU) pela igualdade de direitos e oportunidades de homens e mulheres intitulado #ElesPorElas.

“Temos que atuar pelo respeito às identidades e ao pertencimento. É fundamental que os sindicatos incluam em suas atividades e estatutos instâncias específicas que ampliem o diálogo sobre os direitos das mulheres e acelerem os progressos para alcançarmos a igualdade de gênero”, defende o presidente do Senge-ES, engenheiro Ary Medina.

Evento - O evento terá palestra com o vice-presidente da Fisenge (Federação Interestadual dos Sindicatos de Engenheiros) Roberto Freire e com a desembargadora Federal do Trabalho, Maria Francisca dos Santos Lacerda. Margareth Saraiva, ex-vice presidente do Senge, também irá participar, falando sobre as Engenheiras na retomada do movimento sindical. A diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía, fará o lançamento da animação “Lei é para ser cumprida”. O vídeo conta com a personagem Engenheira Eugênia, que é protagonista de histórias em quadrinhos publicadas há mais de três anos pela Fisenge.

Sintonia - A instituição do Coletivo de Mulheres do Senge-ES é passo primordial na capilaridade das ações de igualdade de gênero já consolidadas na Fisenge, que iniciou a efetivação de sua Diretoria da Mulher ainda em 2005. “A criação de um Coletivo de Mulheres aproxima as profissionais do sindicato e amplia o debate sobre cláusulas sociais específicas em Acordos e Convenções Coletivas. As mulheres se reconhecem nos espaços políticos, se empoderam e ocupam os quadros da entidade. Parabenizo a direção do Senge-ES pela iniciativa e afirmo meu apoio a essa construção. A discussão de questões de gênero é responsabilidade de toda a sociedade”, afirmou a diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía.

SERVIÇO
- Lançamento do Coletivo de Mulheres do Senge-ES
- Data: 19 de outubro
- Hora: 19h
- Local: auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado do Espírito Santo (CREA-ES). Av. César Hilal, 700, Edifício Yung, 1º andar. Bento Ferreira, Vitória – ES

Fonte: Senge-ES

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Senge-ES convoca assembleia para discutir convenção coletiva

Dando prosseguimento às negociações da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2016/2017 com o sindicato patronal SINAENCO-ES, o Senge-ES convoca todos(as) os(as) trabalhadores(as) da sua base de representação que sejam empregados(as) das empresas de arquitetura e engenharia consultiva para conhecerem, discutirem e deliberarem sobre a contraproposta das empresas referente a CCT 2016/2017.

A Assembleia Geral Extraordinária Permanente será realizada na sede do sindicato hoje, 23 de agosto, com primeira convocação às 18h.

Fonte: Senge-ES

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Senge-ES defende incentivo para energia limpaO Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES) acredita que a engenharia deve debater e incentivar o desenvolvimento e marcos legais de fontes de energia sustentáveis. Para a “energia limpa” ficar ainda mais competitiva é muito importante que fique isenta de tributos, tanto federais quanto estaduais. Nesse contexto, a adesão do Espírito Santo ao convênio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) que isenta do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) os consumidores que possuírem sistemas de micro e minigeração instalados em residências ou estabelecimentos comerciais. Essa medida beneficia 75% da população brasileira, cerca de 150 milhões de pessoas. Ao todo, 15 estados já aderiram. O problema é que o Espírito Santo ainda não assinou o convênio.

“Na prática, o Convênio tem o seguinte objetivo: o cidadão que, por exemplo, produz 250 kWh e consome 300 kWh pagará ICMS apenas sobre o consumo excedente de 50 kWh, diferentemente dos dias atuais, onde o cidadão paga imposto sobre os 300 kWh consumidos”, explica o Secretário Geral do Senge-ES, engenheiro Rogério Ramos.

Publicado em abril de 2015, o convênio Confaz 16/2015 objetiva estimular as energias alternativas nos estados brasileiros. O termo teve adesão de Goiânia, Pernambuco e São Paulo tão logo foi feito. Em junho do ano passado o Rio Grande do Norte aderiu ao convênio (ICMS 44/2015). Foi seguido por Ceará e Tocantins (ICMS 52/2015), Bahia, Maranhão, Mato Grosso e Distrito Federal (ICMS 130/2015). Em dezembro do ano passado Acre, Alagoas, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul (ICMS 157/2015) também ingressaram no grupo, totalizando 15 estados. Doze Estados Brasileiros ainda não aderiram ao convênio, o Espírito Santo está entre eles, o Estado é o único ente federativo da Região Sudeste que ainda não assinou o termo.

Manifesto
Um manifesto do Grupo Pró Energia Solar no Espírito Santo cobrando incentivos ao setor foi encaminhado ao Governo do Estado no ano passado. O documento é assinado por empreendedores, engenheiros, técnicos e estudantes que defendem o potencial da energia solar. A pauta apresentada ainda não teve resposta.

O intuito é fazer com que o Estado se junte ao resto do País e à tendência mundial de substituir as fontes sujas de produção de energia elétrica por energias limpas. Uma proposta tramita na Assembleia Legislativa justamente nesse sentido. O projeto de lei (264/2015) é da autoria do deputado estadual Sergio Majeski (PSDB).

A matéria altera a cobrança de ICMS incidente sobre a energia elétrica produzida pelo próprio consumidor em residências ou estabelecimentos comerciais e devolvida ao sistema comercial, no caso do Estado, a EDP Escelsa. Tal medida usou como base justamente o convênio do Confaz. O deputado chegou a organizar uma Audiência Pública para debater o tema no dia 09 de abril.

O Secretário Geral do Senge-ES, engenheiro Rogério Nascimento Ramos, participou da Audiência Pública realizada na Assembleia Legislativa para debater o tema (foto acima, via ALES). Ele explica que a falta de estímulos e o longo payback (retorno) de investimento em unidades de microgeração e minigeração dificultam o desenvolvimento e a geração de energia por fontes renováveis no Estado.

“Os profissionais pleiteiam incentivos, por exemplo, ao Bandes [Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo] para a aquisição e/ou montagem. A maioria dos componentes ainda são importados. Isso junto ao custo de aquisição elevado, encarece e muitas vezes inviabiliza a produção desta forma de energia limpa”, defende Rogério.

Hoje a energia solar representa menos de 0,5% da matriz energética do País. A Alemanha tem 8%, mesmo com território e índice de insolação bem menores do que os do Brasil. Nos últimos dois anos o Senge-ES tem discutido o tema, bem como organizado cursos de especialização em energia fotovoltaica. O objetivo é permitir atualização dos profissionais para um mercado com enorme potencial e que ainda ajuda o meio ambiente. Vale lembrar que a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) acaba de ampliar as possibilidades para a micro e mini geração distribuída, publicado em 24/11/2015, as novas regras são válidas desde março de deste ano. Clique aqui e saiba mais sobre a resolução.

Fonte: Senge-ES

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