Sexta, 05 Outubro 2018 15:30

Energia solar: mercado em ascensão no ES

Energia solar: mercado em ascensão no ES

Em 2013 havia apenas duas unidades de microgeração no Espírito Santo. Nos últimos cinco anos as instalações de energia solar cresceram 25.700% no Estado. Atualmente, em um universo de 1,7 milhões de produtores de energia, o Estado possui 771 imóveis residenciais, comerciais e industriais que geram energia solar por meio do sistema integrado à rede da EDP, a chamada microgeração distribuída – juntos esse imóveis geram 3.793 KW por mês.

A necessidade de uma política estadual para incentivar a microgeração de energia solar fotovoltaica deu um importante passo neste ano. Desde março o Estado aderiu ao convênio 16/2015, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que permite isenção do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) para os produtores de energia fotovoltaica. Em suma, agora os capixabas não pagam impostos sobre uma energia que produzem em suas próprias casas, o que aumenta ainda mais as vantagens de aderir a microgeração de energia.

Mais de 70% dos brasileiros quer instalar painéis solares

Pesquisa do Datafolha divulgada em maio de 2015 corrobora a ascensão da energia fotovoltaica. Segundo o levantamento, 62% dos entrevistados estão dispostos a instalar um sistema de microgeração de energia solar em casa – equipamentos conhecidos por 74% da amostra.  Diante da hipótese de ter acesso a uma linha de crédito com juros baixos e a possibilidade de vender o excesso de energia para a rede elétrica, o percentual de interessados sobe para 71%.

Os aumentos das tarifas de energia devem impulsionar ainda mais a procura dos brasileiros por alternativas como a instalação de painéis fotovoltaicos em suas residências. Não por acaso a redução nas despesas com eletricidade foi o principal benefício enumerado por 82% entrevistados pelo Datafolha. A redução dos impactos de secas prolongadas (77%), a segurança e confiabilidade dessa fonte (70%) e o fato de que se trata de uma alternativa às hidrelétricas (69%) foram as outras razões mais citadas. O Datafolha ouviu 2.100 pessoas em todas as regiões do país. A pesquisa foi encomendada pelo Observatório do Clima e pelo Greenpeace Brasil.

Brasil com mais de 18 mil sistemas solares fotovoltaicos

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o Brasil possui atualmente 18.214 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a 20.518 unidades consumidoras, somando mais de R$ 1,33 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do País.

Hoje a energia solar representa menos de 0,5% da matriz energética do País. A Alemanha tem 8%, mesmo com território e índice de insolação bem menores do que os do Brasil. Existe necessidade de vencer gargalos para avançar na produção de energia renovável no Brasil. Segundo o planejamento para a próxima década, a potência instalada de eletricidade a partir do sol deve representar quase 4% da potência total brasileira de 2024.

Fonte: Senge-ES / Escrito por Flávio Borgneth

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Terça, 14 Agosto 2018 13:03

Campanha pede fim de demissões na EDP ES

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito (Senge-ES) realizou campanha de valorização profissional na Espírito Santo Centrais Elétricas (EDP Escelsa). O objetivo é iniciar diálogo com a direção tendo em vista as sucessivas demissões na empresa. Nos últimos 16 meses, um engenheiro foi afastado a cada dois meses.

O movimento consistiu na distribuição do jornal Alta Tensão. A publicação foi criada especialmente para dialogar com os profissionais da empresa de energia elétrica. O informativo teve três edições que foram distribuídas nos dias 09, 10 e 13 de agosto.

Campanha pede fim de demissões na EDP ES

 

FONTE: SENGE-ES / Escrito por Flávio Borgneth

 

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Para lutar contra a prática antissindical dos empresários da construção civil do Espírito Santo, que estão pressionando os trabalhadores a não se associarem, sindicalistas voltam ao local de trabalho

Sindicalistas voltam a trabalhar nos canteiros de obras para brigar por direitos

Foto: Reprodução

Para tentar enfraquecer a atuação do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Espírito Santo (Sintraconst-ES) e acabar com a proteção dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do setor, os patrões estão se aproveitando da reforma trabalhista de Michel Temer (MDB-SP), que praticamente rasgou a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e impôs medidas que fragilizam a organização sindical.

Além de não fechar a negociação da Convenção Coletiva da categoria deste ano, com propostas de redução de salário e fim das horas extras, do plano de saúde, do vale alimentação e do café da manhã, os empresários da construção civil do Espírito Santo estão boicotando a ação sindical, orientando os trabalhadores a não pagarem a contribuição ao sindicato ou até mesmo deixarem de ser sindicalizados.

Os graves ataques dos patrões ao direito de organização sindical, porém, enfrentarão resistência. Uma das soluções encontradas pela direção do Sintraconst-ES para combater a ofensiva patronal contra a representação legítima dos trabalhadores foi o retorno de sindicalistas ao local de trabalho.

O próprio presidente do sindicato, Paulo Cesar Borba Peres, o Carioca, e mais seis diretores da entidade já solicitaram às empresas para as quais trabalhavam o retorno ao canteiro de obras a partir do dia 1º de agosto. O objetivo é fazer ação sindical no local de trabalho.  

“Eles querem brigar, então vamos brigar pelos nossos direitos”, diz Carioca.

Para ele, é preciso fazer com que os empresários respeitem os trabalhadores e o sindicato. “E para isso não mediremos esforços, mostraremos para a nossa base que estamos do lado deles”, destaca.

O secretário de Organização da CUT, Ari Aloraldo do Nascimento, concorda e comemora a decisão dos sindicalistas do Sintraconst-ES.

Para ele, o retorno à base ajuda a reforçar a necessidade de enfrentar o debate sobre o direito de organização a partir do local de trabalho.

“Esse já era um desafio para o movimento sindical antes da nova legislação e agora é um debate urgente”, diz Ari.

“O importante é que todo movimento feito para organizar os trabalhadores e trabalhadoras na base tem o apoio da CUT. Esse é o modelo cutista de representar a classe trabalhadora”, afirma o secretário.

Afastado das obras desde que assumiu a presidência da entidade, Carioca diz que essa foi uma medida encontrada pelos dirigentes para reverter o atual cenário desencadeado pela nova legislação trabalhista e pela crise enfrentada pelo setor a partir da Operação Lava Jato e da estagnação econômica, que resultaram na queda de quase 60% dos postos de trabalho na construção civil no Espírito Santo.

“Estamos sofrendo boicote de todos os lados, além de sermos penalizados pelos reflexos dessa crise que tirou os nossos empregos”, lamenta Carioca.

Segundo ele, a entidade já viveu momentos adversos e foi a organização na base, no local de trabalho, que deu certo.

“Então, vamos fazer como antigamente, pois foi isso que fez o nosso sindicato ser forte. Se para enfrentar tudo isso é preciso voltar para a base, então voltaremos”, garante o presidente do Sintraconst-ES.

Foto: Reprodução

Reprodução

Paulo Cesar Borba Peres, o Carioca

Organização no local de trabalho

O secretário de Organização da CUT, Ari Aloraldo do Nascimento, alerta que a prática antissindical enfrentada pelos trabalhadores da construção civil do Espírito Santo não é um caso isolado.

Segundo ele, os ataques à organização sindical passaram a ser intensificados após a reforma trabalhista, que impôs medidas com objetivo de fragilizar as entidades sindicais, como o fim da contribuição sindical e das homologações obrigatórias no sindicato, além da possibilidade do negociado prevalecer sobre o que está na lei.

“Em todos os setores, os empresários estão chamando os trabalhadores para a briga e tentando impor a reforma trabalhista a qualquer custo”, critica Ari.

“E a melhor forma de enfrentar esses ataques é o diálogo direto e correto com a base, olho no olho do trabalhador”, garante o dirigente, que completa: “conversar diretamente e estar presente no local de trabalho são ações que podem reverter qualquer ataque à organização sindical.”

Sindicato continua funcionando

Com o pedido de retorno ao canteiro de obras, os diretores que tinham o direito de liberação do local de trabalho para a ação sindical não estarão mais integralmente à disposição da entidade. Porém, já foram tomadas as providências para que o sindicato garanta o atendimento básico aos trabalhadores e trabalhadoras associados.

“Mesmo não estando no sindicato de forma integral,  continuaremos presentes onde o trabalhador estiver, fazendo a luta e a resistência em defesa dos nossos direitos”, garante Carioca.

 

FONTE: CUT / Por: Tatiana Melim

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Confira o resultado e a lista completa dos eleitos para Diretoria, Conselho Fiscal e Representantes Sindicais na Fisenge para o triênio 2018-2020


As eleições gerais do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES) foram realizadas no dia 30 de agosto. Na ocasião foram eleitos(as) os(as) integrantes (titulares e suplentes) da Diretoria, do Conselho Fiscal e os(as) Representantes Sindicais junto à Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) para a gestão 2018-2020. A Chapa 1: RESILIÊNCIA foi eleita com 92,43% dos votos válidos para Diretoria e para os Representantes na Fisenge. Já a Chapa 1: ESTRUTURAL foi escolhida por 88,65% dos votos válidos para assumir o Conselho Fiscal. A apuração foi realizada no dia 30 de agosto, quando a Ata da Sessão Eleitoral da Apuração de Votos foi lavrada e assinada pelo presidente e escrutinadores da mesa apuradora de votos, pelos fiscais da mesa apuradora de votos e pela comissão eleitoral.

Momento de unidade
A Eleição Geral de 2017 permitiu inscrição de chapas para Diretoria, Conselho Fiscal e Representantes Sindicais junto a Fisenge, todos com mandato entre 2018-2020. Apenas uma chapa foi inscrita para concorrer em cada uma dessas modalidades. O resultado do pleito corrobora o momento de unidade vivido no Senge-ES. As chapas eleitas contém Diretores da administração 2015-2017 com a adesão de novos membros. O objetivo é dar continuidade ao trabalho, bem como intensificar as ações na defesa de seus profissionais.

LISTA DOS ELEITOS
CHAPA – RESILIÊNCIA
DIRETORIAS EFETIVOS SUPLENTES


Presidente ARY MEDINA SOBRINHO
Vice- Presidente MARCONI PEREIRA FARDIM -
Administrativa e Organização ELIANE MATIELO OLIVEIRA MAURÍCIO LUIZ GORZA
Finanças JOSÉ MANOEL MIRANDA DE OLIVEIRA LUIZ ANTONIO COLA DOS SANTOS
Comunicação LUIS FERNANDO FIOROTTI MATHIAS FILIPPO DE CARVALHO GAVA
Jurídica VICENTE LOPES JUNIOR ADELSON VIVALDI
Formação ROGÉRIO DO NASCIMENTO RAMOS CARLOS DE LAET SIMÕES OLIVEIRA
Negociação Coletiva HENRIQUE GERMANO ZIMMER PAULO BUBACH

REPRESENTANTES
SINDICAIS NA FEDERAÇÃO EFETIVOS SUPLENTES
SILVIO ROBERTO RAMOS VICTOR LODI
MANOEL HENRIQUE VIANNA LOUREIRO HEBER COSTA BEBER


CHAPA – ESTRUTURAL
CONSELHO FISCAL EFETIVOS SUPLENTES
ROMULO STORCH VASCONCELOS RENATO COSTA
ADELAR CASTIGLIONI CAZAROTO MILCON GOMES JUNIOR
MARCOS ADRIANY MARTINS

Senge-ES: nova diretoria eleita com 92% dos votos

 

Fonte: Flavio Borgneth/Senge-ES

 

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Segunda, 23 Janeiro 2017 16:41

Senge-ES lança nova edição de jornal

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES) já está distribuindo a nova edição do jornal “O Engenheiro. Em pauta, o lançamento do Coletivo de Mulheres do Senge-ES, bem como ações realizadas para dar suporte aos jovens engenheiros e engenheiras.

Leia AQUI

Senge-ES lança nova edição de jornal

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Proposta quer melhorar aproveitamento de água de reuso na indústria capixaba
O atual quadro de escassez hídrica motivou a Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES) a debater o tema em audiências públicas, bem como motivou iniciativas que auxiliem o enfrentamento da questão. O Projeto de Lei 174/2015 é uma delas. A proposta normativa está em análise na Procuradoria Geral da Casa de Leis. Seu objetivo é dar atenção ao uso de efluentes das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) nos processos industriais que não requerem água potável.

A iniciativa seria uma forma de aproveitar essas águas residuais, atualmente despejadas diretamente na natureza, como no corpo hídrico de rios e mares, por exemplo. Segundo a justificativa da proposta, a prática do reuso é uma alternativa de abastecimento às indústrias em diversos casos, desde que obedecidas leis vigentes quanto ao padrão de qualidade.

Entenda

A ideia é que o poder público avalie o método para a utilização dos efluentes e estabeleça parceria com empresas públicas e privadas de grande porte potencialmente poluidoras. Além disso, as licenças ambientais desses estabelecimentos, desde que haja disponibilidade das águas residuais das estações de tratamento, deverão conter condicionantes que obriguem a utilização de água de reuso.

O poder público poderá criar ainda meios para estimular que as indústrias invistam no uso de efluentes das ETEs – como aquelas mantidas pela Companhia Espírito-Santense de Saneamento (Cesan) ou pelos Serviços Autônomos de Água e Esgoto (SAAEs). O projeto de lei deve passar pelas Comissões de Justiça; de Cidadania; de Infraestrutura; de Meio Ambiente; e de Finanças.

A proposta de iniciativa do deputado estadual Sergio Majeski (PSDB) se sustenta no grande crescimento populacional urbano seguido por maior consumo de águas de abastecimento, o que ocasionou aumento no volume dos efluentes domésticos gerados e destaca o reúso das águas residuais como uma alternativa segura, consciente e econômica a ser firmada diante do cenário de escassez hídrica.

No Mundo

Esse procedimento já é comum em alguns países, como Israel, campeão mundial em reutilização de água. Tendo poucos mananciais de água potável disponíveis, o país reutiliza 75% de seu esgoto. Trata-se de uma política nacional desde 1955, pois com o aumento da população não havia água suficiente para a irrigação. Atualmente, metade da água proveniente para essa atividade é de reuso. Em países como Austrália, Espanha, Estados Unidos, Japão e Inglaterra também há reutilização de água. Os espanhóis utilizam 14% dos efluentes gerados por esgoto, sendo os segundos maiores utilizadores no planeta, seguidos pela Austrália, que utiliza 9%.

Fonte: Marcos Bonn/Web Ales

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Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) oficiou os estados atingidos pela crise hídrica, exigindo que ampliem suas metas de restauração florestal. A deliberação do ministro Luiz Fux foi divulgada na última segunda-feira (22) pela Fundação SOS Mata Atlântica e inclui o Espírito Santo. O ministro reconhece a relação direta entre a escassez de recursos hídricos com o desmatamento e oficiou os estados para que estabeleçam metas de restauração florestal para as áreas de preservação permanente, acima das faixas definidas no novo Código Florestal.

A decisão do ministro acolheu argumento encaminhado pela Frente Parlamentar Ambientalista da Câmara dos Deputados, coordenada pelo deputado Sarney Filho (PV-MA). Luiz Fux foi relator da ação civil pública (2536), movida pelo Ministério Público Federal. O MPF apura responsabilidades decorrentes da crise hídrica, determina o prazo de dez dias para que os governadores do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo apresentem diretrizes de recuperação ou conservação da vegetação nativa nas margens de rios, nascentes e reservatórios, acima do que está estabelecido no novo Código Florestal.

Com a decisão, os estados envolvidos deverão firmar metas para cumprir o que está instituído no artigo 61-A, parágrafo 17, do novo Código Florestal. A Lei 12.651/12 estabelece que, em bacias hidrográficas críticas, o chefe do Poder Executivo poderá, em ato próprio, estabelecer metas e diretrizes de recuperação ou conservação da vegetação nativa superiores as definidas na lei florestal. O Greenpeace divulgou recentemente o filme “A Lei da Água”. O documentário mostra de forma bastante didática como o novo Código Florestal – aprovado em 2012 – deixou as florestas ainda mais vulneráveis à ação humana.

Espírito Santo obrigado a ampliar metas de recuperação florestal

Fonte: SOS Mata Atlântica

O Espírito Santo

No Espírito Santo as bacias dos rios Jucu e Santa Maria da Vitória estão degradadas no que foi classificada por especialista como a pior seca da história. A Constituição Estadual, promulgada em 1989, determina em seu artigo 189 que os proprietários rurais ficam obrigados a preservar ou a recuperar com espécies florestais nativas 1% ao ano de sua propriedade, até que atinja o limite mínimo de 20%”. A situação dos capixabas seria outra em quantidade de água se a lei tivesse sido cumprida.

Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica

Levantamento da Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) veiculado em junho aponta a situação atual dos desflorestamentos, em hectares, somente das florestas nativas (sem contar outras classes, como vegetação de mangue e restinga).

O estudo aponta desmatamento de 18.267 hectares (ha), ou 183 Km², de remanescentes florestais nos 17 Estados da Mata Atlântica entre 2013-2014. O levantamento aponta que houve queda de 24% em relação ao período anterior (2012-2013). Porém, as áreas derrubadas ainda equivalem a 18 mil campos de futebol. Veja tabela abaixo:

 

Espírito Santo obrigado a ampliar metas de recuperação florestal
Fonte: SOS Mata Atlântica


Saiba mais sobre o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, no período de 2013 a 2014

Acesse os dados completos no servidor de mapas: http://mapas.sosma.org.br

Acesse o relatório técnico: https://www.sosma.org.br/link/atlas_2013-2014_Mata_Atlantica_relatorio_tecnico_2015.pdf

Faça download de imagens das áreas monitoradas em: https://www.sosma.org.br/download/atlas/

Confira o histórico do projeto: https://www.sosma.org.br/projeto/atlas-da-mata-atlantica/historico/

Fontes: SOS Mata Atlântica e Século Diário

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Quarta, 27 Maio 2015 10:52

Senge-ES lança novo site

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Espírito Santo (Senge-ES) inaugura novas plataformas de comunicação com os engenheiros, agrônomos, geógrafos, geólogos, meteorologistas e afins. O site http://senge-es.org.br foi totalmente atualizado. Além disso, o Sindicato agora também está inserido nas redes sociais: www.facebook.com/pages/Senge-ES.
O ambiente virtual é importante espaço de trocas entre organizações e sociedade. A modernização das plataformas de comunicação objetiva aperfeiçoar o relacionamento com a rotina e trajetória profissional dos trabalhadores. Todo o conteúdo pode ser acessado via computador e dispositivos móveis: tablet e celular (smartphone).

 

Senge-ES lança novo site

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