Segunda, 04 Fevereiro 2019 17:27

Senge-BA realiza Feijoada dos Engenheiros

No dia 02 de fevereiro, data da tradicional festa de Iemanjá, o Senge-BA recebeu em sua sede engenheiros e engenheiras associados/as, familiares e amigos, representantes de outras entidades e parlamentares para a Feijoada dos Engenheiros. O evento contou com a apresentação musical da banda Irmãos Andrade. 

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Fonte: Senge Bahia / Fotos: Arquivo Senge Bahia

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O Sindicato dos Engenheiros da Bahia expressa seu profundo pesar pelo falecimento de Guilherme Requião Radel, engenheiro, escritor e professor aposentado da Escola Politécnica da UFBA. 

Nascido em Salvador, em, 1930, Radel se formou engenheiro civil na Escola Politécnica, onde mais tarde atuou como docente. Foi fundador e primeiro presidente do Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior da Bahia – Apub. 

Também conhecido por suas obras literárias, ocupava a cadeira de número 3 da Academia de Letras da Bahia.

O velório será hoje (11) na sala da Congregação da Escola Politécnica a partir das 18h; o sepultamento é amanhã (12), às 11h, no cemitério Jardim da Saudade.

Senge-BA lamenta o falecimento do engenheiro e professor Guilherme Radel

 

Fonte: Senge-BA

 

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por Comunicação Fisenge

Reeleito para o próximo mandato ao governo do estado da Bahia, Rui Costa anunciou polêmicas medidas de austeridade fiscal. Entre elas, o fechamento de empresas estaduais e o aumento da alíquota previdenciária de servidores de 12% para 14%. De acordo com o engenheiro e diretor do Sindicato dos Engenheiros da Bahia (Senge-BA), Allan Hayama, estas medidas afetam diretamente a categoria e o desenvolvimento da engenharia baiana. “A especulação de fechamento de empresas envolve nomes como a Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (CERB), a Bahia Pesca e a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder)
e a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM). É totalmente equivocada essa política de austeridade fiscal, que afeta o desenvolvimento tecnológico do estado e a geração de emprego e renda”, afirmou. Após o anúncio na imprensa, o Senge-BA ao lado de outras entidades como o Sindipec (Sindicato dos Empregados em Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas da Bahia), ABEM (Associação dos Engenheiros de Minas) e ABG (Associação Baiana dos Geólogos) se reuniram e protocolaram um pedido de esclarecimentos ao governo do estado.


Dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico apontam que a Bahia é o terceiro maior produtor de gemas e metais preciosos do país. Em 2017, sua produção mineral comercializada foi de R$ 2,6 bilhões, o equivalente a 1,4% do PIB baiano e o setor gera 15 mil empregos diretos. Além disso, a Bahia é um dos estados referência em produção de minerais especiais, como cobre, cromo, magnesita, urânio, granito azul bahia, azul macaúbas. “Privatizar ou extinguir essas empresas é um atentado à engenharia, à soberania nacional e ao povo baiano. Estas empresas significam uma grande fatia do desenvolvimento econômico e social do estado”, disse Allan, que está se reunindo com as entidades em um comitê de defesa das empresas estaduais. “Um dos nossos objetivos é que seja aberto um diálogo com a sociedade, que precisa participar dessas decisões”, acrescentou.


A assessoria de imprensa do governo do estado não respondeu aos contatos até o final desta edição.

Na Bahia, governador especula reforma administrativa com fechamento de empresas estaduais

 

 

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Dia 13 de novembro acontece a 4ª sessão do Fórum Futuro em Debate

A 4ª e última sessão do primeiro fórum do Futuro em Debate será no dia 13 de novembro, terça-feira, às 18h, no auditório do Senai Cimatec (Av. Orlando Gomes, Piatã), e contará com a presença do Presidente do Confea e Engenheiro Civil Joel Krüger, o Almirante e Engenheiro Naval Alan Paes Leme Arthou e o Presidente do Senge-BA e Engenheiro Civil Ubiratan Félix. O tema abordado nessa sessão será “A atuação da engenharia nas estratégias nacionais”. Não perca essa oportunidade de debater sobre um assunto tão atual e importante para o futuro do nosso país.

Maiores informações e inscrições no site:
www.futuroemdebatecreaba.com.br

 

Fonte: Senge-BA

 

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No dia 29 de setembro (sábado) o Sindicato dos Engenheiros da Bahia promoveu uma série de atividades em sua sede para comemorar seus 81 anos de fundação. Participaram engenheiros e engenheiras com familiares, amigos/as, representantes de outras entidades, parlamentares e apoiadores/as.

Sindicato comemora 81 anos com debate sobre mobilidade, lançamento de livro e caruru

O primeiro evento foi uma roda de conversa sobre a questão da Mobilidade Urbana em Salvador. Foram convidados/as  a vice-presente da FNA, Eleonora Mascia, a deputada estadual Maria Del Carmem, presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Assembleia Legislativa da Bahia, o professor da Universidade Federal da Bahia José Lázaro de Carvalho Santos e a coordenadora da UMP-BA, Marli Carrara. O debate abordou a expansão de metrô de Salvador, as contradições do projeto do BRT e as dificuldades de desenvolver a pauta das pessoas com deficiência e seu direito à cidade.

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Em seguida, houve o lançamento do livro “Energia e Petrolíferas Globais: Transformações e Crise”,  uma publicação do Ineep – Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra. Um dos organizadores da obra e diretor técnico do Ineep, Willian Nozak, esteve presente e explanou brevemente sobre os principais pontos abordados pelo livro e seu objetivo de servir como subsídio ao debate sobre as mudanças no setor energético e petrolífero brasileiros. O livro foi distribuído gratuitamente durante o evento e também está disponível para download através do site do Ineep. Ainda durante o lançamento, que foi organizado pelo Senge em parceria com o Sindipetro-BA, dirigentes dos dois sindicatos alertaram para a centralidade do debate energético para o desenvolvimento nacional, especialmente no momento das eleições.

A tarde se encerrou com um caruru e apresentação musical da banda Irmãos Andrade.

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Fonte: Senge-BA

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No dia 29 de setembro, às 11h, ocorrerá uma roda de conversa sobre mobilidade urbana, no Espaço Engenheiro Eletricista Orlando Miranda, sede do Sindicato dos Engenheiros da Bahia (Senge-BA). O evento, promovido pelo Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de Qualidade para Todos (MDT), pela Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros(FISENGE), Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), SENGE -BA e Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas da Bahia (SINARQ), com o apoio do Senge Estudante, terá a participação de Ubiratan Félix, presidente do Senge-BA e vice-presidente da Fisenge e contará com o lançamento do Manifesto “A cidade sem carro”.

Confira a programação:

Abertura: 11h00 às 11h20 

Eleonora Lisboa Mascia - Vice Presidente da FNA

Ubiratan Félix - Presidente do SENGE -BA

Marli Carrara - União Nacional de Moradia Popular

Mobilidade Urbana em Salvador - 11h20 às 12h30

Professor Lázaro da Escola Politécnica da UFBA

Engenheiro Ubiratan Félix - IFBA

Engenheira Maria Del Carmem - Comissão de Desenvolvimento urbano Alba

Debate com Público: 12h30 às 13h30 

13:35 - Lançamento do Manifesto a cidade sem carro

13:40- Confraternização

Endereço:  Espaço Engenheiro Eletricista Orlando Miranda - Sede do Sindicato dos Engenheiros da Bahia - Rua Alexandre Gusmão 04 - Rio Vermelho - Salvador - BA

 

Senge-BA promove roda de conversa sobre mobilidade urbana

 

 

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Quarta, 29 Agosto 2018 16:57

Senge-BA participa de Congresso da Apub

Senge-BA participa de Congresso da Apub

O diretor do Senge-BA, Allan Hayama participou do I Congresso Docente da Apub (Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior da Bahia), realizado entre 22 e 25 de agosto. Ele esteve no  Grupo de Trabalho de Ciência e Tecnologia para falar sobre os objetivos da Plataforma Operária e Camponesa de Água e Energia, organização que congrega mais de 80 entidades entre sindicatos e movimentos sociais e propõe o debate sobre os usos dos recursos naturais do Brasil. “O nosso foco principal é, além de fazer o curso de formação de formadores, é dialogar com a população, especialmente os jovens”, disse na ocasião.

Para Allan, a participação do Senge no debate com outras categorias é fundamental para construir alternativas à crise: “para discutir a soberania, ciência e tecnologia e a própria universidade, é importante a gente fazer esse debate junto com os docentes da universidade. E o Congresso é representativo nesse sentido”, afirmou.

 

FONTE: Senge-BA

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O Sindicato dos Engenheiros da Bahia foi condenado pela justiça eleitoral por colocar quatro outdoors na cidade de de Paulo Afonso (BA). O conteúdo das mídias era uma campanha contra a privatização da Chesf/Eletrobrás, esclarecendo o posicionamento favorável do relator ao Projeto de Lei que permitia a privatização tanto da Chesf quanto da Petrobrás. Essa denúncia foi considerada pelo TRE como "propaganda eleitoral" e, por isso, o sindicato foi multado em R$ 10.000,00. O Senge-BA reafirma seu compromisso na luta contra o desmonte do patrimônio do povo brasileiro e por um projeto de país soberano.

Senge-BA mobiliza campanha de solidariedade para pagamento de multa do TRE

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A defesa do Brasil como um país democrático, soberano, com o desenvolvimento pautado pelas necessidades de seu povo, e o papel dos recursos energéticos e das tecnologias para que isso aconteça deram a tônica da palestra "A Política de Energia Nuclear Brasileira e a Soberania Nacional", que aconteceu ontem (25), no Auditório Leopoldo Amaral, Escola Politécnica da UFBA. O expositor foi o Engenheiro Naval e Almirante reformado da Marinha Othon Luiz Pinheiro da Silva, principal expoente do programa nuclear brasileiro.

O evento, que reuniu cerca de 250 participantes, é parte do projeto SOS Brasil Soberano, uma inciativa idealizada pela Federação de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) e pelo Sindicato dos Engenheiros do Rio de Janeiro (Senge-RJ) que tem no Sindicato dos Engenheiros da Bahia (Senge-BA) uma representação aqui no Estado. Além do Senge-BA, o Sindicato dos professores das Instituições Federais de Ensino Superior da Bahia (Apub Sindicato) foi promotora da palestra, que ainda teve como apoiadores o Sindicatos dos petroleiros da Bahia (Sindipetro Bahia) e Sindicato dos Arquitetos da Bahia (Sinarq).

Abertura

Compuseram a mesa de abertura o vice-presidente da Apub Sindicato, professor Ricardo Carvalho, o Pró-reitor de graduação da Universidade Federal da Bahia, professor Penildon Silva, a Diretora da Escola Politécnica da UFBA, professora Tatiana Dumêt, o Geólogo Manoel Barreto, representando da Fisenge, a deputada estadual Maria Del Carmen e o presidente do Senge-BA, Engenheiro Civil Ubiratan Félix. As falas exaltaram a urgência de debater e estruturar um projeto de desenvolvimento não apenas soberano, mas inclusivo, através do investimento na universidade pública, na ciência e na tecnologia. O engenheiro Ubiratan Félix enfatizou que o projeto SOS Brasil Soberano é uma construção das entidades e engenharia para a sociedade brasileira, pois não será possível haver desenvolvimento sem a engenharia e vice-versa. "A construção de uma universidade pública capaz de entregar ciência, inovação e pesquisa só é possível em um país soberano", disse. Criticou ainda a entrega do Pré-Sal e do setor mineral, a destruição da política autônoma de defesa nacional, além da destruição do parque tecnológico e das empresas de engenharia. Apontou, por fim que a relativização do processo legal e garantias individuais com o objetivo de combater a corrupção, na realidade cria um clima de instabilidade provocando estagnação econômica e caos social. O professor Ricardo Carvalho ponderou sobre o trabalho docente na universidade, questionando para quais empregos os alunos e alunas de engenharia estavam sendo formados/as: "estamos, na sala de aula, com esse problema. Aonde vai trabalhar a mão de obra que nós estamos formando e quais as oportunidades que eles terão? Ou nossos cérebros serão gentilmente convidados a se transferirem para os centros mundiais?". Falou também sobre a importância do momento atual, que julga decisivo para a construção de um projeto para o Brasil: "retomar a soberania se confunde com democracia e também com desenvolvimento, porque também nós não teremos paz social se a concentração de renda continuar da forma como está no país.

Encerrada a mesa, a coordenação ficou com o diretor do Senge-BA, Engenheiro de Produção Allan Hayama e o diretor licenciado do Sindipetro-BA Radiovaldo Costa, que passaram a palavra ao palestrante.

Tecnologia própria é independência

Numa fala ao mesmo tempo instrutiva e emocionada Othon Pinheiro iniciou explicando porque prefere ser chamando de "engenheiro": a patente de Almirante, não deve ser usada na vida civil. Ele recordou sua cerimônia de aposentadoria da Marinha brasileira, em agosto de 1994, reafirmando o que havia dito naquela ocasião: "como cidadão eu tinha três paixões: o Brasil, a Marinha e a Engenharia: eu me despeço da minha segunda paixão, que é a Marinha; da minha terceira paixão, que é a engenharia, eu só vou me despedir quando meu cérebro parar de trabalhar; e da minha primeira paixão que é o Brasil, nunca: eu espero ser enterrado nessa terra".

Apontando o slogan "Brasil: tecnologia é a própria independência", o engenheiro destacou que sem investimento em tecnologia e inovação "não há esperança para esse país". Tampouco haveria capacidade de se desenvolver como uma nação soberana, que ele definiu como aquela onde o povo pode decidir seu próprio destino. Para ele, achar que um país que pode viver importando tecnologia de outros, é como achar que uma pessoa pode sobreviver apenas com transfusão de sangue, sem produzir o próprio: "É fundamental que o país desenvolva sua mentalidade científica, sem isso ele não tem futuro".

O papel da mídia

Durante a palestra, o engenheiro fez também um alerta aos ricos que o monopólio midiático pode representar ao privilegiar narrativas que reforcem e justifiquem o 'entreguismo', as privatizações e um papel subalterno para o Brasil no cenário mundial. "Para reconstruir o país, pensar como deve ser a mídia é o primeiro passo", afirmou. Como parâmetro, ele citou a lei de imprensa alemã, cujo exemplo considera exitoso.

História da Energia Nuclear

Ao tratar especificamente da questão da energia, o Othon Pinheiro apresentou dados e contextualizações históricas, no Brasil e no exterior. Falou sobre a descoberta da fissão nuclear e seu primeiro uso – a bomba atômica – e como essa primeira motivação para destruir faz com que até hoje a energia nuclear seja vista com receio e desconfiança. Relatou também alguns dos principais projetos nos quais esteve envolvido, como o REMO (propulsão nuclear) e o SNAC (submarino com propulsão nuclear), que enfrentaram as baixas do neoliberalismo dos anos 1990. Encerrado em 1995, o projeto do submarino nuclear foi retomado somente em 2007, através de recomendação do então Ministro da Defesa Waldir Pires. O engenheiro foi claro ao explicar que, no contexto brasileiro, a energia nuclear seria um complemento que balancearia as demais fontes e ajudaria a não sobrecarregar o setor hidrelétrico, por exemplo. "Ela faz um 'colchão' de energia permitindo usar menos a água do rio". Um outro ponto destacado por ele foi que sendo um país com capacidade de desenvolvimento tecnológico e rico em reservas naturais, o Brasil é naturalmente alvo de ambições de outras nações: "temos tecnologia e temos reservas enormes e isso preocupa muita gente", disse.

Ao final da exposição, Radiovaldo Costa levou a saudação da categoria petroleira ao palestrante, lembrando que ela tem sido constante nas denúncias dos ataques à soberania do Brasil. "Estamos aqui para reverenciar seu trabalho e reconhecer seu esforço na defesa da soberania nacional". Ele ainda presentou o engenheiro com a biografia de Waldir Pires, com uma dedicatória especial do autor, o professor e político Emiliano José.

Fonte: Senge-BA

Foto: Divulgação/Senge-BA

"Sem tecnologia não há esperança para esse país", afirma Othon Pinheiro da Silva em palestra

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Atenção! O Senge-BA alerta engenheiros e engenheiras sobre um golpe que tem utilizado o nome do sindicato. As vítimas recebem uma ligação, supostamente do Senge-BA, avisando que houve um ganho de causa a respeito do Plano Collor e solicitando um depósito em conta como condição para receber o montante. Reforçamos enfaticamente que tal ação não existe e que se trata de um golpe perpetrado por criminosos que, inclusive, já vitimou, de forma semelhante, pessoas de outras categorias profissionais. Durante algumas horas nesta manhã (11/7), os criminosos chegaram a alterar o número de telefone do Senge-BA na página do Google. Recomendamos que, caso receba esse tipo de ligação, não informe qualquer dado pessoal e entre em contato com o Senge, exclusivamente no telefone (71) 3335/0510 ou através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

ALERTA: engenheiros/as têm sido alvo de golpe

 

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