Foi realizada em dezembro de 2018 a Assembleia Geral Ordinária do Senge-RJ para instaurar o processo eleitoral com vistas à renovação da Diretoria e do Conselho Fiscal do sindicato, para o mandato Abril/2019 a Abril/2022.

Na assembleia, foi eleita a comissão eleitoral, que ficou composta pelos seguintes associados: Marcio Cazelli, Orlando Luiz Orlandi, Paulo Cesar Quintanilha, Pedro Alves Filho e Pedro Paulo Thobias Ferreira dos Santos.

O calendário eleitoral, também, aprovado na assembleia, foi o seguinte:

Inscrição de Chapas: 11/01/2019 a 11/02/2019
Impugnação de Candidatos: 11/02/2019 a 26/02/2019
Votação: 26, 27 e 28/03/2019
Apuração e Divulgação dos Resultados: 29/03/2019
Interposição de Recursos: 04/04/2019 a 09/04/2019 

Posse da Nova Diretoria: 12/04/2019

Eleições para renovação da diretoria do Senge-RJ

Fonte: Senge RJ

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Senge-SE divulga edital de convocação de eleições do sindicato

O Presidente do SINDICATO DOS ENGENHEIROS DE SERGIPE - SENGE/SE, no uso de suas atribuições e conforme Art. 52 do Estatuto deste Sindicato, convoca todos os associados em gozo dos seus direitos para a “Eleição da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal”, para o triênio 2019/2020/2021, conforme calendário abaixo:

14/11/2018 – Encerramento do Prazo para inscrição de Chapas, na secretaria do Sindicato das 9h às 19h, na Rua Siriri, 1145, Centro, Aracaju-SE;

15/11/2018 – Prazo para Divulgação das Chapas;

19/11/2018 – Encerramento do prazo para impugnação de candidatura;

20/11/2018 - Prazo para divulgação das candidaturas Impugnadas;

25/11/2018 - Encerramento do prazo para apresentar as contra-razões;

26/11/2018 – Encaminhamento do processo à Assembleia para decidir;

28/11/2018 – Assembléia Geral para deliberação do processo encaminhado pela Comissão;

29/11/2018 – Das 7h às 19h – Assembleia Geral de Eleição. Das 7h às 10h na sede da Deso e das 10h30 às 19h na sede do Sindicato, na Rua Siriri, 1145, Centro, Aracaju-SE.

O requerimento de registro de chapa, juntamente com o programa de trabalho, assinado por um dos candidatos que integram a chapa, será dirigido ao presidente do Sindicato, em duas vias, conforme artigo 54, paragrafo 3º do Estatuto do Sindicato.

Durante o prazo para registro de chapas, a secretaria do Sindicato funcionará em expediente normal, nos dias úteis, das 9h às 18h, para prestar esclarecimentos sobre o processo eleitoral e receber a documentação solicitada de registro de chapa, fornecendo o recibo de entrega dos documentos da chapa.

São elegíveis e/ou eleitores, todos associados que atendam aos Art. 41, 42 e 43 do Estatuto do Sindicato, onde destacamos ter o associado feito sua inscrição no quadro do Sindicato até o dia 30/04/2018 e estar adimplente com as Contribuições Social e Sindical/2018, no caso de eleitor até 30 dias antes da eleição e no caso de candidato até a data de registro da candidatura.

A votação se dará em urna secreta e em Assembleia aberta às 7h e encerrada às 19h. Das 7h às 10h na sede da Deso e das 10h30 às 19h na sede do Sindicato, na Rua Siriri, 1145, Centro, Aracaju-SE.

A Comissão Eleitoral, formada pelo Presidente Tigernaque Pergentino de Sant´ana, Secretário José Augusto Machado e Membro Alvair Augusto Jacinto, poderá instalar uma mesa itinerante para coletar votos em diversos locais de trabalho, dentro do mesmo horário estabelecido para que ocorra a Assembleia.

Cada chapa concorrente poderá designar um fiscal para acompanhar os trabalhos de votação, podendo também ser designado para os trabalhos de apuração. A apuração será realizada após o horário de votação.

Não serão permitidos votos por correspondência/procuração e os procedimentos eleitorais obedecerão ao disposto no Estatuto do SENGE/SE.

Cópia deste edital está afixada na sede do sindicato e o resumo deste edital foi publicado no Jornal do Dia, edição do dia 30/10/2018 e divulgado para os endereços eletrônicos dos associados e das empresas/órgãos. Em caso de empate, cumpra-se o Art. 76 do Estatuto do SENGE-SE.

 

Fonte: Senge-SE

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O tema da revista “Em Movimento” de outubro, é “Engenharia, eleições e desenvolvimento”. A edição traz uma entrevista exclusiva com Radia Perlman, a “mãe da internet”, dados sobre representatividade sindical e uma matéria especial sobre o Simpósio “A engenharia, as eleições e o desenvolvimento do Brasil”, que foi parte da agenda do Jubileu de Prata da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge). Além disso, a publicação traz a nota da Federação “Um voto sem projeto e os riscos à democracia”.

Segundo Clovis Nascimento, engenheiro e presidente da Fisenge, a entidade acumula uma longa e vitoriosa trajetória coletiva de resistência e luta pelos direitos dos trabalhadores. “A história da Fisenge acompanha a história do Brasil. A nossa federação surge na esteira do novo sindicalismo com a explosão de greves em todo o país e a posterior criação da CUT, a Central Única dos Trabalhadores, a qual somos filiados. Este foi um marco do movimento sindical na luta por uma outra estrutura: horizontal, classista e combativa.”, afirmou o presidente da Federação.

Confira: https://bit.ly/2O2zy5G

Fisenge lança revista sobre “Engenharia, eleições e desenvolvimento” 

 

 

 

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Quinta, 04 Outubro 2018 15:48

SEA-RN elege nova diretoria

No dia 17/08, o Sindicato dos Engenheiros Agrônomos no Estado do Rio Grande do Norte (SEA-RN) realizou seu processo eleitoral para nova diretoria. As eleições ocorrem a cada 4 anos.

O engenheiro agrônomo e ex-presidente do SEA-RN, Joseraldo do Vale, afirmou a importância da direção sindical. “Ser dirigente sindical e atuar com o sindicato, não é só atuar na garantia dos direitos trabalhistas, mas também dentro do sistema CONFEA/CREA/MÚTUA e dentro da universidade para garantir a qualidade do ensino.”, afirmou o ex-presidente.

Foi eleita para próxima gestão de outubro de 2018 a outubro 2022 a seguinte diretoria: Presidente: Jailson Damasceno Bezerra; Vice-presidente: Lindalva Dantas Barreto Nobre; Primeiro Secretário: Silvana Patrícia Fernandes Soares da Silva, Segundo Secretário: Obdon Fernandes de Oliveira Neto, Primeiro Tesoureiro: Francisco Joseraldo Medeiros do Vale, Segunda Tesoureiro: Marcírio de Lemos Conselho Fiscal – Efetivos: Francisco Auricélio de Oliveira Costa; Cláudio José Barbosa Pinto; Sebastião José de Arruda Junior; Conselho Fiscal – Suplentes: Sergio de Mello Braga; Wedson de Lima Tôrres.

SEA-RN elege nova diretoria

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Em carta aos presidenciáveis, entidades defendem o reconhecimento do acesso a água e ao saneamento como direito humano fundamental

Onze entidades representantes de trabalhadores, entre elas a Federação Interestadual de Engenheiros (FISENGE), a Federação Nacional dos Urbanitários (FNU) -  e a Central Única dos Trabalhadores (CUT), publicam carta aos candidatos à Presidência da República, onde se manifestam sobre os principais aspectos do setor do saneamento no país e reafirmam posição em defesa do acesso a água e ao esgotamento sanitário como direito humano fundamental.

Na carta, as entidades defendem que a universalização do acesso aos serviços públicos de saneamento básico, entendido como os de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais e de resíduos sólidos, a todos os brasileiros e brasileiras, independente da sua capacidade de pagamento, só será possível com o fortalecimento do papel do Estado como indutor dessa política pública estratégica.

As entidades também repudiam qualquer proposta de alteração nas legislações que possa comprometer o gradativo avanço no acesso da população aos serviços públicos de saneamento básico e “que jogue por terra tudo que tem sido conquistado pela sociedade brasileira, provocando profundo retrocesso e desestruturação do setor”. As entidades posicionam-se contrárias a Medida Provisória 844/2018, encaminhada pelo governo Temer ao Congresso Nacional.

Leia a carta na íntegra:

CARTA AOS PRESIDENCIÁVEIS

As entidades que subscrevem este documento entendem que um dos maiores desafios da sociedade brasileira e dos governos em todos os níveis é a universalização do acesso aos serviços públicos de saneamento básico, entendido como os de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais e de resíduos sólidos, conforme preconizado pela Lei n o 11.445/2007 que definiu as diretrizes nacionais para o setor.

Segundo os últimos dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), em 2016, 83,3% da população total brasileira contava com serviços públicos de abastecimento de água, sendo que na região Norte esse número cai para 55,4%. Com relação ao esgotamento sanitário, a situação é mais grave, sendo apenas 51,9% do esgoto coletado e, do total do esgoto gerado, apenas 44,9% recebem algum tipo de tratamento. Novamente, a região Norte é a pior atendida, com 10,5% e 18,3%, respectivamente.

Defendemos que a referida universalização do acesso, a todos os brasileiros e brasileiras, independente da sua capacidade de pagamento, só será possível com o fortalecimento do papel do Estado como indutor dessa política pública estratégica. Essa ação é imprescindível para a garantia do desenvolvimento social e econômico e para o controle de doenças que acometem e que voltaram a acometer parcela significativa da população, bem como para assegurar melhor qualidade de vida para o povo brasileiro.

Para que se garanta o acesso aos serviços públicos de saneamento básico, é fundamental fazer valer os instrumentos legais construídos durante as últimas décadas pelos vários agentes que atuam no saneamento básico no Brasil, como a Lei n o 11.445/2007 e o seu regulamento, a Lei n o 11.107/2005-Lei de Consórcios Públicos-, o Plano Nacional de Saneamento Básico-Plansab. Faz-se necessário também fortalecer o Ministério das Cidades e eliminar a dispersão das políticas de saneamento básico hoje presente no âmbito federal, em vários ministérios e órgãos, e na relação entre União, estados e município. É urgente ainda resgatar o papel do Conselho Nacional das Cidades e retomar a realização das conferências das cidades, importantes espaços de controle social sobre as políticas urbanas, como as de saneamento básico, mobilidade, desenvolvimento urbano e habitação.

Financiamento para o saneamento básico

É fundamental que sejam assegurados recursos públicos contínuos, suficientes e estáveis à política de saneamento básico e que sejam imediatamente retomadas as linhas de financiamento, sobretudo aquelas do Orçamento Geral da União, como forma de garantir a execução dessa política por parte daqueles municípios com menor capacidade de gestão. É preciso retomar o planejamento estabelecido pelo Plansab, que previu investimentos da ordem R$ 508,45 bilhões para a universalização do acesso em 20 anos para os serviços públicos de saneamento básico.

Defesa do Acesso a Água e ao Esgotamento Sanitário como Direito Humano Fundamental

Defendemos que a legislação brasileira seja compatibilizada com a resolução da Organização das Nações Unidas-ONU, do ano de 2010, que declarou o acesso à água e ao esgotamento sanitário como direito humano fundamental. O Brasil é um dos signatários dessa resolução. Para caminhar nesse sentido, deve-se desenvolver esforço para constar na Constituição Federal o acesso à água e ao esgotamento sanitário como um direito social, humano e essencial–direito do Cidadão e dever do Estado, tendo por base propostas de emenda constitucional em tramitação.

Associado a isto, o Governo Brasileiro deve agir de forma a garantir que a água seja reconhecida e tratada como um direito e não mercadoria. E, dessa forma, fortalecer a soberania nacional com relação a esse bem comum, tão estratégico para o desenvolvimento do planeta e da vida.

Repudiamos qualquer proposta de alteração nas legislações que possa comprometer o gradativo avanço no acesso da população aos serviços públicos de saneamento básico e que jogue por terra tudo que tem sido conquistado pela sociedade brasileira, provocando profundo retrocesso e desestruturação do setor. Este é o risco da Medida Provisória n o 844/2018, encaminhada pelo atual governo federal ao Congresso, em um verdadeiro desserviço para o saneamento básico do País. É tudo que o Brasil não precisa!

• Pela universalização do acesso aos serviços públicos de saneamento básico
• Pela retomada do investimento público em saneamento básico
• Pelo efetivo reconhecimento do acesso a água e ao esgotamento sanitário como direito humano fundamental
• Água é direito e não mercadoria

Agosto de 2018

• Associação Nacional dos Serviços Municipais de SaneamentoASSEMAE
• Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil-CTB
• Central Única dos Trabalhadores-CUT
• Confederação Nacional dos Urbanitários-CNU
• Federação Interestadual de Engenheiros-FISENGE
• Federação Interestadual dos Trabalhadores Urbanitários nos Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e no Distrito Federal-FURCEN
• Federação Nacional dos Trabalhadores em Água, Energia e Meio Ambiente-FENATEMA
• Federação Nacional dos Urbanitários-FNU
• Federação Regional dos Urbanitários do Nordeste-FRUNE
• Internacional de Serviços Públicos-ISP

 

Fonte: FNU

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O auditório do Senge-PR receberá, no dia 11 de setembro, a Mesa redonda “Cenários do Paraná: elites, política e eleições sob o olhar dos movimentos populares”.

O evento é realizado pelo Centro de Formação Milton Santos – Lorenzo Milani, em parceria com o Centro de Formação Urbano Rural Irmã Araújo (Cefuria), Centro Jesuíta de Cidadania e Ação Social (Cepat) e Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge-PR).

A atividade terá palestra de Naiara Bittencourt, advogada popular na Terra de Direitos, mestra em Direitos Humanos e Democracia pela UFPR; Fernando Marcelino Pereira, escritor, analista político e doutorando e Sociologia pela UFPR; e Ceres Hadich, dirigente nacional do MST, mestra em Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável pela Universidade Agrária de La Habana.

Serviço
- Mesa redonda “Cenários do Paraná: elites, política e eleições sob o olhar dos movimentos populares”.
- Data: 11 de setembro, terça-feira, às 19h.
- Local: Rua Marechal Deodoro, 630 – 22º andar. Conj. 2201 – Centro Comercial Itália, Centro de Curitiba.
É obrigatória a apresentação de documento de identificação para acessar o prédio.

Auditório do Senge-PR recebe debate sobre eleições, elites, política e eleições sob o olhar dos movimentos populares

Fonte: Senge-PR

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Terça, 19 Dezembro 2017 18:34

Nota da Fisenge – eleições Confea/Creas

Respeito ao voto

No último dia 15/12, aconteceram as eleições para a presidência do Sistema Confea/Creas. Foram eleitos presidentes para os Creas nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. No âmbito nacional, concorreram cinco candidaturas à presidência do Confea. O resultado parcial das urnas aponta a provável vitória do engenheiro civil Joel Krüger. Defendemos a homologação do resultado das urnas, que reflete o anseio de milhares de profissionais por mudanças no Confea. A Fisenge repudia qualquer manobra no sentido de deslegitimar a votação, que será considerada desrespeito ao conjunto de profissionais, quebra de lisura e grave atentado ao processo democrático da eleição.

Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 2017

Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros

 

 

Nota da Fisenge – eleições Confea/Creas

 

 

 

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No dia 15 de novembro, encerra o prazo para todos os engenheiros e as engenheiras registrados no Sistema Confea/Crea definirem seus locais de votação. A eleição é dia 15 de dezembro e decidirá quem vai assumir as presidências do Confea, Creas e da Mútua. Todo profissional registrado e em dia com as obrigações como Sistema Confea/Crea pode votar, independentemente da modalidade profissional.Considera-se em dia com suas obrigações, o profissional que não possua débitos perante o Sistema Confea/Crea até 30 dias antes do pleito, assim, 15 DE NOVEMBRO DE 2017 é o limite para quitação e ou parcelamento de eventuais débitos.

Acesse o site do Crea do seu estado e saiba como e onde votar!

 

ELEIÇÕES GERAIS DO SISTEMA CONFEA/CREA E MÚTUA - 2017

As Eleições Gerais do Sistema Confea/Crea ocorrerão em 15 de dezembro de 2017. O pleito será realizado simultaneamente em todo o país, das 09h às 19h, obedecidos os horários locais. Os cargos em disputa são os seguintes, conforme discriminado abaixo:

  • 1 Presidente do Confea
  • 27 Presidentes dos Creas
  • 27 Diretores Gerais das Caixas de Assistência dos Profissionais Creas (Mútuas Regionais)
  • 27 Diretores Administrativos das Caixas de Assistência dos Profissionais Creas (Mútuas Regionais)
  • 1 Conselheiro Federal pelo Estado do Acre - Modalidade Civil
  • 1 Conselheiro Federal pelo Estado de Alagoas - Modalidade Industrial
  • 1 Conselheiro Federal pelo Estado do Amapá - Grupo Agronomia
  • 1 Conselheiro Federal pelo Estado do Rio de Janeiro - Modalidade Elétrica
  • 1 Conselheiro Federal pelo Estado de Sergipe - Grupo Agronomia

 

 

Eleições Confea/Crea: escolha o local de votação até 15 de novembro

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Começou nesta segunda-feira, 5/06, e vai até às 22h do dia 07 de junho, o processo de votação para escolha da nova Diretoria, Conselho Fiscal e Delegados/as sindicais do Senge-BA. A votação é eletrônica e pode ser feita através do site do sindicato, onde o/a associado/a deverá informar seu login e senha. O sistema de eleições online foi desenvolvido para permitir que a votação aconteça em ambiente Web com segurança e sigilo de informações.

As senhas de acesso foram enviadas aos engenheiros e engenheiras que, além do cadastro sindical, tenham se filiado à entidade até 31 de março de 2017 e não possuam débitos com a sua contribuição social. (Importante: a contribuição social não se confunde com o imposto sindical, obrigatório para tosos os/as participantes de uma categoria profissional).

Caso seja nosso/a associado/a em situação regular com a contribuição e não tenha recebido a seha, favor entrar em contato através do telefone (71) 3335-0510 para verificar se o seu cadastro social está atualizado.

Aos/às que desejarem votar na própria sede do Senge-BA (Rua Alexandre de Gusmão, 04 – Rio Vermelho), teremos um computador disponível para atender ao processo eleitoral e uma equipe de apoio para tirar eventuais dúvidas das 08h às 19h durante o período da eleição.

Eleições do Senge-BA começam nesta segunda-feira, 5/06

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Pela análise dos acontecimentos no país, desde outubro de 2014 (do final do segundo turnoda eleição presidencial, passando pelo desgaste do ilegítimo impedimento de Dilma Rousseff) até o dia 17 de maio de 2017 (quando veio a público o teor das gravações dos empresários da JBS, que revelaram os graves atos praticados por Michel Temer e Aécio Neves), é possível chegarmos a três conclusões:

1) o Estado de Direito foi desmoronado;

2) o governo de Temer (que assumiu em maio de 2016) e a atual legislatura não dispõem mais de nenhuma legitimidade para atuar e continuar no exercício dessas funções; e

3) as instituições políticas brasileiras (Executivo, Legislativo e Judiciário) se auto-dissolveram, por estarem direta ou indiretamente envolvidas nos casos de desmando e por ter ficado patente que não representam o povo (fonte única de toda representação), mas sim os interesses das organizações empresariais, financeiras e da mídia tradicional, em total descompasso com as exigências da democracia contemporânea.

Em razão disso e para superar a crise institucional, é urgente que todas as forças políticas do país ponham de lado as muitas rusgas dos últimos anos e se unam com a finalidade de instituir um novo governo provisório de transição, a ser formado por consenso entre os principais partidos políticos com representatividade popular.

É imprescindível que se faça esse esforço para resgatar a unidade política, mesmo entre forças antagônicas, para definir um nome para chefiar o governo provisório e formar um ministério, no qual estejam representadas todas as forças partidárias. E, assim, restabelecer o Estado de Direito e Social.

Este governo de transição, com duração de 180 dias, terá a missão de, neste mesmo prazo, garantir a institucionalidade e iniciar o processo de transição política, com a convocação de eleições gerais para todos os cargos políticos do Brasil. Dará às forças políticas brasileiras a oportunidade para se reorganizarem em seus partidos, coligações e frentes populares, a fim de disputarem as eleições.

Neste mesmo período de 180 dias também deverá ser convocada uma nova Assembleia Nacional Constituinte, com participantes distintos dos que disputarem o parlamento, para fazer uma nova Constituição e refundar a República no país, que deverá estabelecer um tribunal constitucional para julgar, numa justiça de transição, os delitos praticados por todos os membros das instituições políticas da velha “Nova República”, que participaram, direta e indiretamente, em desmandos e atos de corrupção e que atentaram contra os interesses do povo brasileiro; garantindo-se a eles o contraditório e a ampla defesa.

As “Eleições Diretas Já” são necessárias e providenciais, mas para não se tornarem mera retórica, e para respeitar a vontade geral dos mais de 80% dos brasileiros que desejam a sua realização, devem ser antecedidas de um pacto das forças políticas, com representatividade para garantir de forma provisória a vontade do povo, expressa nas ruas do país. O desgoverno Temer perdeu toda a credibilidade e não tem condição de garantir sua continuidade.

Com efeito, o governo provisório deverá assumir mediante o compromisso de respeitar a soberania popular e trabalhar para a realização das eleições gerais, para possibilitar a construção de um novo e legítimo Estado, livre da tutela da elite brasileira, que, em situações de crises semelhantes, no passado, sempre buscou impor à força a sua vontade em relação ao povo, como se viu nos últimos dois anos.
A sociedade brasileira – no conjunto de todas as suas forças políticas – não pode ser tutelada e perder a oportunidade histórica de transformar o Brasil para todos os brasileiros e levar o país ao pleno desenvolvimento social e econômico.

Somente assim, com as principais lideranças deixando de lado as vaidades e os projetos pessoais para se unirem, neste momento histórico triste e lamentável, é que poderemos impedir o avanço do fascismo, num país hoje tomado por grave crise moral, política, econômica e social, onde mais de 15 milhões de pessoas estão sem trabalho e sem esperança.

Esta é a hora de nos unirmos em torno deste projeto do Brasil que queremos para iniciarmos uma verdadeira democracia!

Fonte: Coordenação do projeto SOS Brasil Soberano: Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro-SENGE-RJ e Federação Interestadual dos Sindicatos de Engenheiros-FISENGE

SOS Brasil Soberano: União das forças políticas para formação de um governo de transição e para garantir eleições diretas já!

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