Quarta, 06 Fevereiro 2019 14:21

Senge-RO promove curso de NR10 - Básico

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Nos dias 25, 26, 27,28 de fevereiro e 1 de março, o Sindicato dos Engenheiros do Estado de Rondônia (Senge-RO), irá promover o curso de NR 10 Básico - Treinamento de segurança em instalações e serviços em eletricidade, às 8h, no auditório do Senge. As inscrições realizadas na sede do sindicato terão desconto.

Conteúdo programático

  • Introdução à Segurança com Eletricidade;
  • Riscos em Instalações e Serviços com Eletricidade;
  • Técnicas de Análise de Risco;
  • Medidas de Controle do Risco Elétrico;
  • Normas Técnicas Brasileiras – NBR da ABNT;
  • Regulamentações do MTE;
  • Equipamentos de proteção coletiva-EPC;
  • Equipamentos de proteção individual-EPI;
  • Rotinas de Trabalho – Procedimentos;
  • Documentação de Instalações Elétricas;
  • Riscos Adicionais;
  • Proteção e Combate a Incêndios;
  • Acidentes de Origem Elétrica;
  • Noções Básicas em Primeiros Socorros;
  • Responsabilidades.

Inscrições: https://bit.ly/2Sg0KF4

Instrutor: Eng.º Amenófes França Quaresma (Engenheiro Eletricista e Engenheiro Segurança do Trabalho, 15 anos de expediência na área.)

Público alvo: Engenheiros, Eletricista, Técnicos, Estudantes, técnico em segurança do trabalho e demais profissionais envolvidos com trabalhos em eletricidade. 

Carga horária: 40h (08h00 às 12h00 e 14h00 às 18h00)

Dias: 25 à 28/02/2019 e 01/03/2019

Local: Av. Elias Gorayeb, 3015 - Porto Velho/RO

Incluso: Certificado

Telefone: 69 3224-7407

 

Fonte: Senge-RO

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Quinta, 06 Dezembro 2018 12:37

Senge-RO promove Workshop da Engenharias

No dia 08/12 (sábado), de 8h às 12h, o Sindicato dos Engenheiros do Estado de Rondônia (Senge-RO) irá promover o Workshop das Engenharias, na sede do sindicato, em Porto Velho (RO). O evento contará com certificado e coffee-break. Participe.

 

Senge-RO promove Workshop da Engenharias

Fonte: Senge-RO

Senge-RO promove III WORKSHOP Gerenciamento de Projetos

No dia 01/12, o Sindicato dos Engenheiros do Estado de Rondônia(Senge-RO), irá promover, com o patrocínio da  Caixa de Assistência dos Profissionais dos Creas (MÚTUA), o III Workshop de Gerenciamento de Projetos, em Porto Velho/RO. O Workshop será ministrado pelo engenheiro Ademir Cunha (PMP, PMI-ACP), terá duração de 4h e emissão de certificados. Confira o conteúdo programático e faça sua inscrição:

Gerenciamento Ágil de Projetos

Conteúdo programático

– Introdução aos métodos ágeis, princípios, valores e filosofia;

– Principais métodos ágeis;

– Gerenciamento ágil de projetos com Scrum e PMBOK;

– Práticas de gerenciamento ágil de projetos (engajamento das partes interessadas, gerência da equipe, planejamento adaptativo, detecção e resolução de problemas e melhoria contínua);

– Certificações de gerenciamento ágil de projetos (ênfase na PMI-ACP).

 

 

Link:   Inscrição

 

Fonte: Senge-RO

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Na segunda-feira (7/5), os engenheiros da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (CAERD) entraram em greve. Os servidores estão com os salários atrasados desde janeiro deste ano. “O movimento de greve já está no segundo dia, com adesão de 90% dos servidores que reivindicam o pagamento dos salários atrasados e a exoneração da atual diretoria da empresa”, afirmou o engenheiro e diretor do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Rondônia (Senge-RO), Cezar de Oliveira. O 13º salário, que deveria ter sido pago em dezembro, foi depositado em abril apenas.

De acordo com Cezar, a população não será prejudicada. “Os serviços essenciais como captação, tratamento e distribuição da água continuam funcionando normalmente em todo o estado. O Senge-RO tem participado ativamente do movimento grevista, ao lado do Sindur, em defesa da dignidade e da valorização dos profissionais da engenharia. Esta também é uma luta pelo respeito à população de Rondônia, que tem direito à água de qualidade e a esgotamento sanitário", destacou.

A greve segue por tempo indeterminado e os servidores estão mobilizados na sede da Caerd.

Texto: Camila Marins

Foto: Reprodução

Com salários atrasados, engenheiros da Caerd entram em greve

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Aconteceu, no dia 21/2, o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa das Distribuidoras de Energia Elétrica, em Brasília. O objetivo da iniciativa, que reúne deputados e senadores de diferentes matizes ideológicas, é impedir a privatização das seis distribuidoras controladas pela Eletrobras. “A Frente Parlamentar fortalece a luta nos estados contra a entrega de um patrimônio público, criar laços entre as entidades e contribui para a ampliação do diálogo com a sociedade. A privatização das distribuidoras de energia elétrica poderá provocar alta nas tarifas e apagões para os consumidores”, explicou o diretor do Senge-RO, Geraldo Sena, que representou a Fisenge na mesa de lançamento. A venda das distribuidoras CEPISA, CEAL, ELETROACRE, CERON, Boa Vista Energia e Amazonas Distribuidora foi aprovada pela Eletrobras no último dia 8 de fevereiro.

“A venda das distribuidoras também compromete a produção de alimentos e os serviços de engenharia prestados nos estados”, destacou Geraldo Sena. A União, acionista controladora da estatal, votou favorável à entrega das empresas, bem como, pela proposta de que a Eletrobras assuma R$ 11,2 bilhões em dívidas das distribuidoras, além de R$ 8,5 bilhões em créditos e obrigações. Assim, a Eletrobras poderá assumir um passivo de R$ 19, 7 bilhões. O governo federal pretende arrecadar com as seis distribuidoras R$ 600 mil reais, ou seja, cada estatal será entregue, sem nenhum passivo, por R$ 50 mil.

Frente Parlamentar em Defesa das Distribuidoras é lançada em Brasília

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Diante da publicação do Decreto da Presidência da República n° 9.192, de 06 de junho de 2017, que regulamenta o processo de licitação de concessões de distribuição de energia elétrica e da Resolução do CCPI - Conselho do Programa de Parcerias de Investimento da Presidência da República de n° 20, de 08 de novembro de 2017, que aprova a transferência do controle acionário da CERON juntamente com outras cinco distribuidoras de energia elétrica controlada pela União (localizadas na Amazônia e em Estados do Nordeste, com baixo IDH) fazemos os seguintes esclarecimentos a toda a população do Estado de Rondônia.

A privatização da CERON, através da transferência do seu controle acionário, faz parte de uma política governamental entreguista e equivocada, ratificada pela CPPI através das Resoluções n° 3 de 13 de setembro de 2016 e a de n° 20, de 08 de novembro de 2017, que estabeleceu respectivamente as regras desse processo, que na pratica é a entrega do patrimônio do povo de Rondônia a iniciativa privada.


A Resolução n° 20 da CPPI, estabelece as regras do processo de privatização da CERON, fixando um valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) para a transferência de 100% (cem por cento) das ações ordinárias e preferenciais da ELETROBRAS - Centrais Elétricas Brasileiras, para iniciativa privada. A referida Resolução, no Art. 10, inciso II, definiu que o novo controlador deverá realizar um aumento de capital social no valor de R$ 241.099.855,91 (duzentos e quarenta e um milhões, noventa e nove mil, oitocentos e cinquenta e cinco reais e noventa e um centavos).

O Art. 3º, inciso II, da Resolução 20, determina à ELETROBRAS, como forma de “atrair” grupos econômicos financeiros, realize, antes da transferência do controle acionário, um ajuste mediante conversão da dívida de capital, ou seja, a dívida da CERON com a própria controladora ELETROBRAS, transformando essa dívida em ações, no valor de R$ 1.872.522.463,42 (um bilhão, oitocentos e setenta e dois milhões, quinhentos e vinte e dois mil, quatrocentos e sessenta e três reais e quarenta e dois centavos), o que significa que, o novo Controlador, será isentado dessa dívida, um tremendo prejuízo da sociedade rondoniense e brasileira.

Ainda, na Resolução 20, Art. 3º, parágrafo segundo, determina que a controladora ELETROBRAS é obrigada a assumir os direitos e obrigações de responsabilidade da CERON, referentes a CCC - Conta de Consumo de Combustíveis e a CDE - Conta de Desenvolvimento Energético. Acontece que a CERON não tem nenhum crédito junto a esses fundos setoriais, a CCC e a CDE.
Sobre a CCC e CDE, a CERON tinha em 30 de setembro de 2017, um crédito líquido de R$ 3.811.918.000,00 (três bilhões, oitocentos e onze milhões, novecentos e dezoito mil reais) e uma dívida com fornecedores - CCC (Petrobras Distribuidora, Eletronorte e outros) de R$ 5.092.499.000,00 (cinco bilhões, noventa e dois milhões, quatrocentos e noventa e nove mil reais). Com isso, o resultado representa um déficit de R$1.280.581.000,00 (um bilhão, duzentos e oitenta milhões, quinhentos e oitenta e um mil reais). Ou seja, não existe crédito e sim uma dívida que o modelo de privatização está propondo seja suportada pela sociedade rondoniense.

Além, de a sociedade rondoniense ter que suportar as dívidas junto a CCC e CDE, terá ainda, de forma direta através de suas contas de energia elétrica, se responsabilizar pela dívida da empresa com o também Fundo Setorial RGR - Reserva Global de Reversão, que até março de 2017, já representava R$ 196.678,000,00 (cento e noventa e seis milhões, seiscentos e setenta e oito mil reais), valor bem superior aos R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) estimado para transferência do controle acionário da CERON.

Alertamos, ainda, que a Resolução n° 20 da CPPI, diferentemente de como tratou o passivo trabalhista da distribuidora CEAL - Companhia Elétrica de Alagoas, é omissa quanto vários outros passivos da CERON, como, por exemplo, o decorrente de vários autos de infração de ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços, lavrados pelo Estado de Rondônia, já denunciados por estas entidades sindicais aos Ministérios Público Federal e Estadual, cujo valor histórico ultrapassa R$ 850.000.000,00 (oitocentos e cinquenta milhões de reais), o que se atualizado passa de R$ 1.000.000.000,00 (um bilhão de reais), assim como outros passivos com os trabalhadores e com terceiros.

Como, se tudo isso não bastasse, o Governo com a participação da ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica, através do Despacho nº 1.213, de 02 de maio de 2017, que aprovou a minuta do contrato de concessão do novo concessionário, alterou as regras relativas à qualidade dos serviços que serão prestados pela futura concessionária, privada, dando um tratamento não isonômico para os consumidores do Estado de Rondônia em relação aos demais consumidores do Brasil, especialmente quanto à continuidade dos serviços, a ANEEL, isenta de multas decorrentes de interrupções no fornecimento de energia elétrica; nos primeiros dois anos só terá fiscalização educativa e nunca punitiva; os reajustes na tarifa terão duas revisões tarifárias num período de cinco anos e outras “facilidades”, quando os demais consumidores do Brasil terão apenas uma revisão a cada quatro anos. Alertamos que em novembro de 2017 a CERON terá um reajuste na tarifa de mais de 10% para “equilibrar a concessão” e torná-la mais “atrativa” para os potenciais investidores.

É importante que a população do Estado de Rondônia saiba e tenha a compreensão, que a situação que a CERON se encontra, não é decorrente de responsabilidade de seus trabalhadores, mais sim, de uma política equivocada para o setor elétrico brasileiro, adotada nas últimas décadas, que impôs arbitrariamente para as empresas públicas, medidas que trouxeram enormes prejuízos como, por exemplo, a redução do preço da energia elétrica “por decreto” ocorrido em 2013, ou como no caso específico da CERON, que assumisse compromissos para atender regras do mercado nacional que trouxeram o desequilíbrio da concessão.

A ELETROBRAS, controladora da CERON desde 1998, nunca tratou a empresa de distribuição como um negócio integrado a sua existência, tomando muitas decisões sem as devidas avaliações e de forma equivocada, como a não liberação de recursos para os investimentos necessários, aplicação de juros próximos do mercado para a sua própria controlada, transferência de problemas de outras empresas do setor para a CERON como no caso do PIE - Produtor Independente de Energia, mesmo na época de plena geração das usinas do Rio Madeira, apenas para atender uma regra do mercado nacional. Na pratica, a CERON desde então só serviu para “acomodar” indicados políticos da base aliada dos sucessivos governos.

Registramos que, se as mesmas “facilidades” que serão disponibilizadas para a futura detentora da concessão, privada, apresentadas na presente nota, acrescido de uma mudança na política como, por exemplo, adequação da legislação para garantir a remuneração dos custos não gerenciáveis (compra de energia e outros); renovação da concessão; definição de metas exequíveis; controle social da gestão, e outras medidas cabíveis, tornaria o negócio de distribuição de energia elétrica no Estado de Rondônia autossuficiente, capaz de atender a população de nosso estado com a qualidade e confiabilidade que ela merece.
Por fim, ressaltamos que a responsabilidade pelas consequências da privatização da forma que está sendo conduzida equivocadamente, onde a sociedade rondoniense arcará com uma dívida superior a R$ 3 bilhões que impactará fortemente na tarifa de energia e ainda suportará uma piora e precarização na qualidade dos serviços, poderá ser, em primeiro lugar, da Bancada Federal de Rondônia, Senadores e Deputados Federais, que tem dado sustentação as políticas do Governo Federal, é quem deve ser cobrado agora e no futuro de tais consequências; do governo do Estado, tanto do Poder Executivo como dos membros do Poder Legislativo e dos demais poderes constituídos, caso não atuem para evitar a privatização da CERON. E que tem a obrigação legal de defender os interesses da sociedade rondoniense.

Controle social da gestão, e outras medidas cabíveis, tornaria o negócio de distribuição de energia elétrica no Estado de Rondônia autossuficiente e capaz de atender a população com a qualidade e confiabilidade que ela merece.
Lutamos por um Projeto Energético para melhorar a vida, com soberania, distribuição da riqueza e controle popular.

SENGE/RO – Sindicado dos Engenheiros do Estado de Rondônia
SINDUR – Sindicado dos Urbanitários

 

CARTA ABERTA A POPULAÇÃO DE RONDÔNIA: PRIVATIZAÇÃO DA CERON - AS VERDADES ESCONDIDAS PELO GOVERNO FEDERAL

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O engenheiro Neemias Machado Barbosa, representou o Sindicato dos Engenheiros do Estado de Rondônia (Senge-RO) com apoio do Confea no Evento Preparatório da Engenharia e Agronomia para o 8º Fórum Mundial da Água, realizado nos dias 10, 11 e 12 de maio de 2017 em Manaus. Os eventos preparatórios realizados pelo Confea em parceria com os Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (Creas), entidades de classe e com a Seção Brasil do Fórum Mundial da Água, reúnem lideranças do Sistema, gestores públicos e especialistas em meio ambiente, água e energia, além de representantes de instituições de ensino.  O evento abordou o seguinte tema: Bacia hidrográfica do Rio Amazonas e as dos estados do Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Amapá, Tocantins e Acre.

Participação do SENGE-RO no Evento Preparatório ao 8º Fórum Mundial da Água

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O Sindicato dos Engenheiros do Estado de Rondônia – SENGE/RO com apoio da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros – FISENGE e MUTUA Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA realizou o Encontro Preparatório ao XIV Congresso Estadual do Sindicato dos Engenheiros – COESENGE no dia 28/04/2017 as 19h30min no auditório da Faculdade da ULBRA em Ji-Paraná. No evento foram distribuídas pastas com material do evento e folder da MUTUA e cartilha da Fisenge sobre Reforma Política. O Eng. Edison Rigoli Gonçalves proferiu palestra do tema: O Ensino da Engenharia (Mercantilização do Ensino da Engenharia – EAD) e o Eng. Juracino Cezar de Oliveira proferiu palestra sobre Fortalecimento do Estado Brasileiro (Privatização das Empresas Públicas). Na sequência foram eleitos como Delegado representante de Ji-Paraná como profissional o Eng. Agrônomo Linduarte de Almeida Neto e como estudante do curso de Agronomia o Sr. Brendo Guilherme F. da Silva. Foram aprovadas 05 Proposições que deveram ser apresentadas no XIV COESENGE em Porto Velho.

SENGE-RO promove Encontro Preparatório ao XIV COESENGE em Ji-Paraná

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O Sindicato dos Engenheiros do Estado de Rondônia – SENGE/RO com apoio financeiro da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros – FISENGE, realizou no último dia 08/10/2016 o curso de Formação Política e Sindical para seus diretores e no termino deste, um jantar de diplomação dos novos diretores.

O curso e o jantar contaram com a participação de delegados sindicais das cidades do interior e diretoria. Para o jantar foram convidados representantes do CREA-RO, CUT, além da participação do Eng. Raul Otávio, presidente do SENGE-MG, que representava a FISENGE e o ministrante do curso professor Helder Molina, doutor em Políticas Públicas e Formação Humana, mestre em Educação, pesquisador e educador sindical, professor da faculdade de Educação da UERJ).

Nas manifestações dos representantes o Eng. Edison Rigoli, salientou que o modelo adotado na última gestão de dividir a presidência do Sindicato com três gestores um em cada ano, resultou em uma atuação mais efetiva em todas as esferas, proporcionando ganhos a categoria.

Rigoli foi eleito em agosto deste ano e terá, junto com a sua diretoria, uma administração tripartite. Ele irá dividir o mandato (2016 a 2019) com os engenheiros Ademir Augusto Silva da Cunha e Geraldo Sena Neto. A nova diretoria vai repetir a mesma formula usado na administração anterior, quando os engenheiros José Ezequiel Ramos e Inaldo Melo Gomes dividiram com Rigoli o mandato (2013/2016).

O conselheiro Joel Magalhães parabenizou a nova diretoria e elogiou o sindicato por desenvolver um trabalho por todas as regiões do Estado e, por isso, sendo reconhecido como maior e mais importante entidade do Sistema Confea/Crea em Rondônia.

Já o diretor executivo da Fisenge lamentou que o clima festivo da posse não ia durar muito tempo, já que a nova diretoria terá trabalho duro pela frente para combater a retirada de direitos dos trabalhadores da engenharia. “É preciso informar à população e aos novos profissionais o novo desafio”, conclamou. Ele instigou a nova diretoria do Senge-RO a lutar contra as novas medidas do governo que venham prejudicar os trabalhadores.

Célio Alberto, também mostrou preocupação com a perda de direitos dos trabalhadores. “O momento é de alegria e de responsabilidade a todos que assumem hoje”, destacou Célio, que convocou todos os profissionais a resistirem a essa nova ideologia que vem sendo construída no país.

Depois da diplomação dos novos diretores foi oferecido um jantar às autoridades, membros do sindicato, familiares e convidados.

NOVA DIRETORIA

Presidente Edison Rigoli Gonçalves, Secretário Geral Ademir Augusto Silva da Cunha, suplente Geraldo Sena Neto, Secretário de Finanças José Ezequiel Ramos, suplente Sebastiana Socorro da Silva Almeida, Secretário de Política Sindical Valdemir Aparecido Pires, suplente Anderson Alves de Souza, Secretário de Formação Sindical Celma Viana de Aquino, Suplente Celi Arruda Lisboa, Secretário de Divulgação e Imprensa José Braga de Moura Sobrinho, Suplente José Alberiano de Meireles Silva, Secretário de Valorização Profissional Hélio de Souza Bastos, Suplente Tais Tiene Iamazaki de Souza, Secretário de Ciência e Tecnologia Jorge Luiz da Silva Alves, Suplente Juracino Cezar de Oliveira.

Membros do Conselho Fiscal: efetivos – Joaquim de Sousa, Luís Cláudio de Oliveira Ramos, João Guilherme Moraes Moreira; suplentes João Luiz de Almeida Neto, Rodrigo de Meireles Silva, Marcos Cezar Azzi Paes. Delegados Representantes: efetivos – João Cleveland Cavalcante de Azevedo Picanço, Neemias Machado Barbosa; suplentes – Miguel Fernandes da Conceição, Elson Borges da Silva Filho. Delegado Sindical em Porto Velho: efetivo – Ildefonso Dorizete e Silva Madruga; suplente Rafael Paschoal dos Santos. Delegado Sindical em Ariquemes: efetivo – Derson Celestino Pereira Filho e suplente Julio Benigno de Sousa Neto. Delegado Sindical em Ouro Preto do Oeste: efetivo – Aurindo Vieira Coelho. Delegado Sindical em Ji-Paraná: efetivo – Evaldo Ferreira da Silva. Delegado Sindical em Presidente Medici: efetivo – Fernando Andriolo e suplente Sérgio Ricardo Celloni. Delegado Sindical em Cacoal: efetivo – Barnabé Pereira da Costa. Delegado Sindical em Pimenta Bueno: efetivo – Fernando Antonio Pelucio Falcão. Delegado Sindical em Rolim de Moura: efetivo – Renilda Aires e suplente Ernandes de Souza Bonfim. Delegado Sindical em Vilhena: efetivo – Giovane André Scalcon e suplente Newton Hideo Nakayama. Delegado Sindical em Colorado do Oeste: efetivo – Antonio Armando Couto Bem. Delegado Sindical na Eletrobras Distribuição Rondônia: efetivo Tatiane Nogueira de Sousa Frota e suplente Marcelo Augusto Flores Santana. Delegado Sindical na prefeitura Municipal de Porto Velho: efetivo – Giordani Braga Salamon.

 

Fonte: Senge-RO

Formação Sindical e Diplomação da nova diretoria do SENGE-RO

 

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O Sindicato dos Engenheiros do Estado de Rondônia (Senge-RO) realiza a cerimônia de posse de sua nova diretoria, eleita para o triênio 2016/2019, neste sábado, 8 de outubro. A solenidade ocorre às 20h, no Clube da AEC - Associação dos Empregados da Ceron.

Senge-RO convida para posse de sua nova diretoria

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